TURBINE O SEU CÉREBRO

Foto: Pixabay.com

Atenção, memória, aprendizagem, raciocínio lógico, planejamento e organização, controle dos impulsos, flexibilidade mental, coordenação. Há alguma destas habilidades que você quer melhorar? Desenvolvidas pelo cérebro, elas fazem parte, naturalmente, da rotina das pessoas. Entretanto, devido à correria da vida moderna, nem sempre são utilizadas com toda a eficiência possível, já que o cérebro se ocupa com muitos tarefas ao mesmo tempo. Mas, não desanime! Se você quer estimular a capacidade do seu cérebro, acompanhe estas dicas que podem ser fundamentais para turbinar suas habilidades.

 

Segundo o neuropsicólogo, especialista em Neuropsicologia Clínica, Rodrigo Ribeiro Ramalho, apesar da maioria das pessoas usarem a sua máxima capacidade cerebral, dedicar um tempo maior para melhorar determinadas áreas pode estimular o desempenho e eficiência do cérebro. “Um exemplo clássico para demonstrar como atividades específicas contribuem para estimular e criar habilidades mentais diferenciadas é o estudo”, exemplifica. Ele destaca que o volume de estudos formais que uma pessoa teve ao longo da vida pode contribuir para menor - ou mais lenta - perda de funções cognitivas, caso este indivíduo desenvolva doenças neurológicas, tal como o Alzheimer. Ou seja, quanto mais estudo, mais em forma estará seu cérebro.

 

Além de se dedicar a realizar estímulos em áreas específicas do cérebro, estar atento a algumas atitudes praticadas no dia a dia também pode ajudar a melhorar a capacidade cerebral. Um dos fatores destacados por Ramalho é a alimentação. O neuropsicólogo explica que má alimentação pode resultar em deficiências de determinadas vitaminas importantes para o ideal funcionamento do cérebro. Além disso, a ingestão excessiva de alimentos com gordura e sal, por exemplo, pode influenciar no mau funcionamento do órgão.

 

Ramalho ainda diz que outro fator importante, e que pode comprometer a capacidade do cérebro, é o estresse. Ele comenta que o estresse faz aumentar a produção de uma substância chamada `cortisol`. Esta substância, quando em excesso no organismo, afeta diretamente o funcionamento do hipocampo - importante área do cérebro responsável por processos de memória e aprendizagem. “Sendo assim, não é difícil compreender porque as pessoas ditas ‘estressadas’ se queixam bastante que estão esquecidas ou com dificuldades para aprender coisas novas”, enfatiza.

 

Concentre-se!

Segundo Ramalho, para concentrar-se mais, é fundamental realizar apenas uma atividade por um determinado período de tempo. Manter o foco e não se distrair com estímulos externos, como o celular, é fundamental para obter os resultados almejados. Para melhorar a concentração, Ramalho recomenda que o indivíduo diga a si mesmo o quanto é importante se dedicar exclusivamente a determinada atividade durante um período específico de tempo. Além disso, ressaltar as desvantagens de não realizar esta ação também pode servir como estímulo. “Outro aspecto importante para melhorar a concentração, ou melhor dizendo, utilizar-se perfeitamente dela, é se programar para realizar apenas uma atividade por vez. Se vai ler um livro, por exemplo, desligue a televisão”, orienta.

 

Ops, esqueci!

Você costuma esquecer-se com facilidade? Ramalho destaca que o esquecimento, na maioria das pessoas, normalmente está ligado à falta de atenção. Outro fator que também estimula estes esquecimentos é o estresse. “A pessoa precisa estar atenta em algo para conseguir arquivar o que será preciso resgatar no futuro. Se não há um bom registro de informação, não haverá o que se resgatar, ou este resgate será impreciso”, explica.

 

 

Exercite-se!

 

Focar em apenas uma atividade por vez é essencial para conseguir realizar as tarefas rotineiras com eficácia e evitar os esquecimentos. Vale dizer que desenvolver esta habilidade ajuda no processo de memorização e aprendizagem. Mas, caso não seja possível focar em apenas uma atividade por vez, o uso de instrumentos como agendas, celulares ou demais fontes de registro, podem auxiliar no processo de arquivamento de informação. “Os registros são feitos no momento em que a informação está presente e, depois, pode ser revista consultando tais instrumentos”, finaliza o especialista.

 

Ficou curioso para saber mais sobre o que é possível fazer para estimular o cérebro? Assista algumas dicas do neuropsicólogo, Rodrigo Ramalho.

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Mais informações no site do Rodrigo: www.psicologorodrigo.com/

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