SOFISTICAÇÃO PARA A NOVA ORLA

Foto: Power Produtora

Um projeto que há mais de 20 anos permeia o imaginário da população, o engordamento da faixa de areia de Balneário Camboriú, está cada vez mais próximo de tornar-se realidade. A proposta, que tem como principal objetivo minimizar as catástrofes causadas pelos eventos climáticos, já obteve a principal das licenças para a obra: a Licença Ambiental Prévia (LAP). Agora, o município trabalha para conseguir a Licença Ambiental de Instalação (LAI) e, com isso, dar início à execução do projeto.

 

A proposta de engordamento, inspirada na praia de Miami, nos Estados Unidos, trouxe vários questiona-mentos a respeito das características da praia. Hoje, Balneário Camboriú é propícia para surfe, possui aspecto seguro para banho, e com isso há preocupação de que pudesse, por exemplo, virar uma “praia de tombo” - geralmente inclinadas, mais fundas, e com areia mais densa. De acordo com o Secretário de Planejamento de Balneário Camboriú, Edson Kratz, “as caracterísicas da praia não serão afetadas, a conti-nuação da inclinação da praia continuará a mesma”.

 

Nos últimos anos, eventos climáticos tem chamado atenção para questões de infraestrutura na cidade.

 

O alinhamento lunar, maré astronômica, sobrecarga das ondas e o alinhamento dos ventos, provocam as ressacas que têm causado estragos em Balneário Camboriú. Além disso, estima-se que de 2011 à 2016, houve perda 310 mil metros cúbicos de areia na região da Barra Sul, e de 2000 à 2016, um milhão de metros cúbicos na Praia Central - derivados desses eventos. Diante desses acontecimentos, o projeto busca reerguer a proteção do município contra os danos de causas naturais.

 

O objetivo é retirar cerca de 2,4 milhões de metros cúbicos de materiais - com os mesmos componentes orgânicos existentes na faixa de areia - de jazidas localizadas a 14 quilômetros da costa para serem realocadas ao longa da praia. Com início no sentido sul para norte, estima-se que o engordamento levará de quatro a seis meses para ficar concluído. Entretanto, o acabamento final da areia será nivelado de acordo com a maré. “O ideal é que o projeto tenha início no mês de março, para que em outubro possamos começar a nos preparar para a temporada”, comenta Kratz.

 

Em relação ao turismo, e de como ele pode ser afetado pelos trabalhos, Kratz acredita que, mesmo enquanto a obra estiver em andamento, atrairá a atenção de turistas e estudiosos. “Será alvo de curiosidade, pois as pessoas poderão ver de perto como acontece um alargamento de praia”, completa. Como o alargamento será feito aos poucos, apenas um trecho de praia por vez ficará indisponível para circulação.

 

Aproveitando a revitalização da praia, o alargamento também propõe a urbanização da orla, contando com ciclovias, rampas de acesso à praia, área comercial e de serviços. Quer saber mais? Conheça um pouco mais sobre o projeto no vídeo abaixo:

Vídeo do projeto de proteção e urbanização da praia: Alleanza Projetos e Consultoria Ltda / Maquete virtual: arquiteto João L. Figueiredo Jr.

Foto: Divulgação PMBC

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