BRASIL ENTRE OS 15 MAIORES

Foto: Pixabay.com

Na contramão de outros setores da economia brasileira, as joalherias encontram-se em um período de positividade, em que não são sentidos os efeitos da crise econômica. Este fator torna o segmento um dos mais promissores do momento. Entre as principais vantagens da área, pode-se citar: a maior percepção da qualidade dos produtos por parte dos consumidores, a variedade de portfólio, as possibilidades de canais de venda, a qualidade da matéria-prima disponível e a demanda interna mais aquecida. O Brasil é um dos 15 maiores produtores de joias em ouro no mundo. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Precio-sos (IBGM), no total são cerca de 22 toneladas de peças criadas e comercializadas no País.

 

É importante salientar que o mercado de semijoias e bijuterias tem auxiliado no cenário de crescimento eco-nômico da indústria. Ao todo, existem cerca de três mil empresas de semijoias em atividade que, juntas, faturam cerca de R$ 600 milhões. Tais números tendem a melhorar ainda mais, uma vez que, do total de exportações de produtos folheados brasileiros, 70% vai para Alemanha, Canadá e Estados Unidos. Muitas peças são produzidas em titânio, paládio e aço inox. Inclusive, o aço inox é uma forte tendência para confecção de joias masculinas. O crescimento do segmento masculino de semijoias tam-bém funcionou como combustível e trouxe aqueci-mento para o setor. A cada dia, mais homens procuram joias não apenas para presentear, mas também para uso próprio.

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