A arte de driblar a convivência

Foto: Pixabay.com

A convivência com outras pessoas não é tarefa fácil. São diferentes personalidades, costumes, culturas, educação, entre outros fatores. Entretanto, é praticamente impossível evitar o convívio com outros indivíduos, seja no meio familiar, social, ou profissional. Para grande parte da população, o local de trabalho é onde se passa a maior parte do dia, e onde convive-se com uma quantidade diferente de pessoas. Mas, e quando é necessário tratar com funcionários que possuem comportamentos tóxicos, e que podem desestabilizar uma equipe?

 

A psicóloga e consultora de Recursos Humanos, Graciela Ciappino (CRP 12/10715) comenta que o líder da empresa – juntamente com o setor de recursos humanos – necessitam ficar atentos aos comportamentos de seus colaboradores e ao clima organizacional. É preciso levar em consideração que um funcionário com um perfil conturbado - que costuma fazer fofocas, ou que fica constantemente reclamando - afeta a harmonia da equipe, causando um clima desfavorável entre os colegas, e formando sentimentos negativos e preju-diciais. “O sinal é perceber como as pessoas se sentem umas com as outras, e quais os sentimentos que despertam nos colegas a presença daquele colaborador”, comenta Graciela.

 

Para manter o local harmonioso – independente de ser um lugar profissional ou familiar – vale lembrar que isso é um dever de todos os envolvidos. “O líder deve ser um exemplo. Não adianta cobrar dos colaboradores uma postura que nem o gestor tem”, complementa a consultora de RH. Contudo, é importante que os valores do colaborador estejam alinhados com os da organização. “Neste caso, é fundamental que o RH faça uma pesquisa de clima e cultura na empresa. Desta forma, o colaborador conhece os valores da empresa e pode receber orientação sobre seu comportamento”, destaca Graciela.

TORNE O AMBIENTE AGRADÁVEL

 

Contudo, existem diversas técnicas ou dinâmicas de grupo para aliviar o estresse. Algumas práticas saudáveis constantes são exemplos efetivos para realizar entre os colaboradores, que podem ser úteis e, até mesmo, virar hábitos. “Reservar 15 minutos toda manhã para que os colaboradores se movimentem, se alonguem ou até mesmo possam interagir de forma mais espontânea com seus colegas, auxilia a gerar um clima favorável, de descontração e de descanso mental e físico”, sugere Graciela.

 

FIQUE DE OLHO!

 

A hora da contratação é o momento certo de procurar avaliar o perfil do candidato e se ele realmente se encaixa na vaga que está aberta. Há alguns macetes que podem identificar com antecedência o perfil do futuro funcionário, logo na seleção de empregos. A psicóloga sugere duas táticas para identificar os perfis:

 

  Realize testes psicológicos na entrevista, para identificar se o futuro colaborador se encaixa na equipe

 

  Testes de personalidade previamente aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia também são eficazes

 

Entre as atitudes que podem ser desenvolvidas na empresa para facilitar as relações profissionais, estão:

1. A liderança deve se aprimorar sempre, não só tecnicamente, mas comportamentalmente também. Os líderes também precisam de um feedback.

 

2. Ter um setor de RH bem estruturado, com por exemplo, um profissional que se dedique ao desenvolvimento de pessoas.

 

3. Não levar tudo para o lado pessoal.

 

4. Ser a favor do diálogo

respeitoso.

 

Quer aprender macetes para identificar o perfil de um colaborador? Ouça o poadcast com dicas da psicóloga Graciela Ciappino.

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Graciela Ciappino

Psicóloga

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