o dna feminino da 

longevidade

Independentemente Da Violência Que Se Registra Contra As Mulheres De Todas As Nacionalidades, Elas Vivem Mais Que Os Homens! Quem Atesta É A Organização Mundial Da Saúde (oms), A Agência Da Onu Para A Saúde. O Estudo World Health Statistics 2019, Divulgado No Mês Passado E Pela Primeira Vez Com Diferença De Gênero, Aponta Um Aumento De Cincos Anos E Meio Na Expectativa De Vida. O Recorte De Tempo Analisado Nesse Estudo É De 16 Anos, Entre 2000 E 2016.

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Estudo da Organização Mundial da Saúde garante 
que as mulheres vivem mais que os homens, em

todo o mundo

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Apesar de a OMS projetar para 2019 o nascimento de mais homens do que mulheres, 73 milhões de meninos contra 68 milhões de meninas, os comportamentos de risco, a resistência na busca por atendimento médico preventivo e fragilidade biológica, fatalmente reduzem o tempo de vida dos homens. O estudo aponta que os meninos nascidos em 2016 deverão viver, em média, 69,8 anos, enquanto as meninas, 74,2 anos. Nas Américas, a expectativa média de vida passou de 73,6 em 2000, para 76,8 em 2016.

Segundo a OMS, a diferença entre a expectativa de vida de homens e mulheres é menor onde as mulheres não têm acesso a serviços de saúde. Em países de baixa renda, com atendimento básico de saúde mais escasso, uma em cada 41 mulheres morre por causa materna. Em comparação com países desenvolvidos e de alta renda, esse número é de uma mulher a cada 3300 . Em mais de 90% dos países de baixa renda, há menos de quatro enfermeiras e parteiras por mil pessoas.

As atitudes para os cuidados com a saúde também diferem de acordo com o gênero. Entre homens e mulheres que enfrentam a mesma doença, eles tendem a se tratar menos do que elas. Em países com epidemia generalizada de HIV, por exemplo, os homens são menos propensos do que as mulheres a fazer o teste de HIV, menos sujeitos ao acesso à terapia anti-retroviral e mais propensos a morrer de doenças relacionadas à AIDS do que as mulheres. Da mesma forma, os pacientes do sexo masculino com tuberculose procuram menos atendimento do que as mulheres  atingidas por essa doença.

O relatório também destaca a diferença nas causas de morte entre homens e mulheres - algumas biológicas, algumas influenciadas por fatores ambientais e sociais, e algumas afetadas pela disponibilidade e aceitação dos serviços de saúde.

Das 40 principais causas de morte no mundo, 33 contribuem mais para reduzir a expectativa de vida em homens do que em mulheres. Em 2016, a probabilidade de uma pessoa de 30 anos morrer de uma doença não transmissível antes dos 70 anos de idade era 44% maior em homens que em mulheres.

As taxas globais de mortalidade por suicídio foram 75% mais altas em homens do que em mulheres em 2016. As taxas de mortalidade por acidentes de trânsito são duas vezes mais altas em homens que em mulheres e as taxas de mortalidade por homicídio são quatro vezes maiores em homens.

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FUTURO

Uma das metas da OMS é que mais um bilhão de pessoas tenham cobertura universal de saúde até 2023, o que se traduzirá em realidade a partir da melhoria no acesso a serviços, especialmente em nível comunitário. “Quebrar os dados por idade, sexo e grupo de renda é vital para entender quem está sendo deixado para trás e por quê", diz o doutor Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Por trás de cada número nas Estatísticas Mundiais de Saúde está uma pessoa, uma família, uma comunidade ou uma nação. Nossa tarefa é usar esses dados para tomar decisões políticas baseadas em evidências que nos aproximem de um mundo mais saudável, seguro e justo para todos ”, reforça Tedros

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